Para Fábio
Porto, 27 de maio de 2019. Caro Pe. Fábio, como vai você, querido? Espero que esta carta o encontre com saúde, equilibrado e em Paz e Bem. Pensei se eu devia lhe chamar de pai. Também tive ímpeto de lhe chamar de irmão. Na verdade, por mais que eu tenha estado contigo poucas vezes, ouso pedir licença para chamar-lhe querido. Assim como quis chamar-lo de pai e de irmão, quis colocar a vírgula entre "chamar-lhe" e "querido". Porque quando a gente precisa, é bom saber que pode chamar alguém. Como pai, padre, você ilumina os passos já dados por muita gente. Bem como ilumina os que ainda pretendemos dar. Suas pregações são mais do que atos dos apóstolos. São chamadas filosóficas que se baseiam na bíblia, nos filósofos que você já estudou, em sua experiência de vida, em oração, coração, fé. É um dos importantes papéis paternos. Quando, em 2004, gravei em seu CD, Tom de Minas, a convite do Toninho Marra, o Anthonio, não tive verdadeiramente a oportunidade d...